De volta após 25 anos da primeira encenação, “A máquina” mostra vigor e encantamento
A peça, que marcou a história da dramaturgia brasileira, volta com Agnes Brichta e o coletiva Ocutá.
Nascido em Patrocínio, Minas Gerais, mora em São Paulo desde 2010. Doutorando em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 2024 publicou seu primeiro livro, Folha de Rosto, pela Editora Mondru.
A peça, que marcou a história da dramaturgia brasileira, volta com Agnes Brichta e o coletiva Ocutá.
Criado e dirigido por Eduardo Barato, espetáculo tem no elenco Débora Duboc, Duda Barata, Elcio Nogueira Seixas e Máximo Cutrim
Estrelado por Cléo De Páris e Alexandre Galindo, espetáculo é uma impiedosa exumação de sentimentos.
O espetáculo traz à tona o encontro entre uma jovem mulher, desiludida e entristecida pela rejeição de seu namorado com o qual sonhava casar.
Indicado ao Prêmio Shell de Teatro, o monólogo se apresenta nas unidades do Sesc RJ nos meses de maio e junho
Encenada em uma quitinete próxima a Praça da Sé, em São Paulo, a montagem é restrita a apenas 20 espectadores por sessão.
Organizada por Márcio Andrade, a obra reúne perspectivas de pesquisadores e artistas de diferentes regiões sobre as escritas de si na literatura e no cinema
Dirigido por Luis Fernando Marques, o espetáculo aborda como ameaçar a fauna e flora do Brasil implica em perder nossa essência.
Inspirada na obra “Mulheres”, de Eduardo Galeano, a peça resgata histórias reais de mulheres silenciadas pela história oficial.
Dirigida por Beatriz Barros, a montagem mostra quatro mulheres vivem uma situação-limite enquanto uma tempestade assola São Paulo.