“Dias Felizes” mostra uma mulher enterrada em uma ruína eterna: a violência
Com dramaturgia de Samuel Beckett e dirigida por Paulo de Moraes, a peça é protagonizada por Patrícia Selonk, da Cia Amarzém.
Nascido em Patrocínio, Minas Gerais, mora em São Paulo desde 2010. Doutorando em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 2024 publicou seu primeiro livro, Folha de Rosto, pela Editora Mondru.
Com dramaturgia de Samuel Beckett e dirigida por Paulo de Moraes, a peça é protagonizada por Patrícia Selonk, da Cia Amarzém.
Com dramaturgia de Pedro Emanuel e Vinicius Arneiro, vencedora do prêmio Shell, o espetáculo está em cartaz no Sesc Consolação, em São Paulo.
Com direção de Johana Albuquerque, o espetáculo só “parece” uma peça de julgamento.
Espetáculo interpretado por Gúryva Portela e Claudio Carneiro tem dramaturgia e direção de Marcelo Romagnoli.
Em cartaz em São Paulo, Medea é interpretada por três atrizes diferentes e versa com a miséria brasileira de violência contra as mulheres.
Dirigida por José Fernando Peixoto de Azevedo, o espetáculo é protagonizado por Lucas Rosário, Juliane Arguello e Michel Joaquim.
No ano em que livro de Saramago completa três décadas, grupo mineiro é dirigido por Rodrigo Portella.
Com texto de Tennessee Williams, direção de Luciana Saul, o elenco é composto por Ana Clara Bencic, Manuela Paiva, Matheus Holesgrove e Sophia Lima.
Grupo fecha a programação do projeto Aumentar é Aumentar-se com Vocês Não Entenderam Nada que traz à cena o texto A Babá, de Obaldia.
Na obra, a autora tem seu rosto desfigurado por um urso pardo em um encontro inesperado na região de Kamchatka, na Sibéria.