Entre a distopia e a cura: protagonismo nipo-brasileiro em “Tempos Amarelos”, de Verônica Yamada
Produtividade ininterrupta, obsessão por aumento de performance e uma rotina sem sentido e sem afeto. Poderíamos estar falando…
Bia Fonseca é formada em História, Direito e Letras-Inglês, tendo enveredado pelo caminho das Letras após uma especialização em Leitura e Produção Textual. Hoje, trabalha na área da educação a distância e da tradução e no tempo livre se debruça sobre a literatura contemporânea e estuda chinês.
Produtividade ininterrupta, obsessão por aumento de performance e uma rotina sem sentido e sem afeto. Poderíamos estar falando…
Escrita em 1848, durante o regime czarista de Nicolau I, A Família Tálnikov, da autora russa Avdótia Panáieva…
Bruno de Almeida representa o Brasil no prestigioso prêmio Golden Pinwheel International Illustrators Competition da Feira do Livro…
“Você já terminou um livro ambientado no Japão feudal e se perguntou o que estava acontecendo no mundo…
Miguel, Pablo e Caio têm em comum, além do afeto que os aproximou, a vivência do luto. Ao…
Reflexões sobre o racismo, publicado pela editora Perspectiva, com tradução de J. Guinsburg, reúne dois textos do filósofo Jean-Paul…
Segundo a Folha de São Paulo, a Associated Press (AP) vai encerrar a publicação semanal de resenhas de…
Quando a morte se aproxima, imaginar é a última saída. É disso que se trata Viver dentro do…
Em 2003, uma semana antes de começar um tratamento de câncer de mama, Annie Ernaux inicia um relacionamento…
A cozinha como refúgio e o barulho da geladeira no meio da noite a dizer que, sim, a…