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22 séries históricas sobre grandes rainhas da humanidade

por Clarissa Desterro 10 de abril de 2026
por Clarissa Desterro 10 de abril de 2026 0 comentário

A televisão histórica encontrou nas figuras femininas da monarquia um campo fértil para revisões e releituras. De imperatrizes romanas a soberanas modernas, passando por rainhas medievais, otomanas e renascentistas, essas produções vêm deslocando o foco tradicional dos grandes conflitos militares para as negociações políticas, familiares e simbólicas que sustentavam o poder.

Reunimos a seguir, em ordem cronológica que começa na Roma Antiga e acaba na década de 1990, algumas séries que colocam grandes rainhas ou soberanas no centro da narrativa, explorando diferentes períodos, estilos e abordagens — do drama mais rigoroso à estilização assumidamente livre — e que oferecem bons pontos de partida para revisitar essas trajetórias no mês da mulher.

Domina

Focada em Lívia Drusilla, esposa do imperador Augusto e uma das figuras mais influentes e controversas do início do Império Romano, Domina procura revisitar a ascensão da primeira imperatriz de Roma sob um ponto de vista deliberadamente feminino. A série acompanha Lívia desde a juventude, passando pelo casamento político com Otaviano até sua consolidação como peça central no tabuleiro imperial, navegando intrigas, guerras civis e alianças instáveis. Embora dialogue inevitavelmente com comparações a produções como Rome, seu interesse está menos na grandiosidade militar e mais nas negociações privadas que sustentam o poder público.

Kasia Smutniak compõe uma Lívia calculista, resiliente e muitas vezes ambígua, enquanto a narrativa insiste na ideia de que, em Roma, sobrevivência e influência raramente eram conquistadas sem concessões morais. A reconstituição é elegante, ainda que por vezes excessivamente estilizada (uma Lívia Republicana foi um exagero um pouco difícil de engolir), mas o maior mérito da série está em devolver agência histórica a uma mulher frequentemente reduzida à caricatura de envenenadora ambiciosa. Outras mulheres importantes do período também ganham destaque aqui: Otávia, Antônia, Antonina, Júlia e Agrippina todas fazem aparições.

A Rainha Branca

Baseada nos romances de Philippa Gregory, The White Queen revisita a Guerra das Rosas a partir das mulheres que orbitavam e muitas vezes determinavam os rumos do conflito: as rainhas Elizabeth Woodville e Anne Neville e a rainha-mãe Margaret Beaufort ocupam o centro da narrativa, disputando não apenas coroas, mas legitimidade e sobrevivência em um cenário político brutal.

A série trabalha com o conhecido embate entre York e Lancaster, mas seu diferencial está na forma como desloca o foco dos campos de batalha para as estratégias matrimoniais, as maternidades políticas e os acordos feitos em salões e aposentos privados. Rebecca Ferguson confere a Elizabeth uma combinação de fragilidade e cálculo que sustenta boa parte da tensão dramática, enquanto Amanda Hale constrói uma Margaret Beaufort marcada por fervor religioso e obstinação quase inabalável.

Historicamente flexível, mas dramaticamente eficiente, a produção funciona como porta de entrada para um período muitas vezes eclipsado pelas narrativas posteriores sobre os Tudors. Mais uma vez, outras mulheres poderosas – Lady Cecily Plantageneta, Jacquetta de Luxemburgo, Isabel Neville, Duquesa de Clarence e Elizabeth de York, a futura Rainha de Henrique VII – também tem suas histórias contadas no seriado.

A Princesa Branca

Continuação direta de The White Queen, The White Princess concentra-se em Elizabeth of York após seu casamento com Henrique VII, união que simbolicamente encerra a Guerra das Rosas ao unir as casas de York e Lancaster. A série explora a instabilidade dos primeiros anos da dinastia Tudor, quando rebeliões e pretendentes ao trono ameaçavam constantemente o novo regime.

Ao acompanhar a Rainha Elizabeth em sua adaptação a uma corte que outrora foi inimiga, a narrativa investiga a tensão entre identidade pessoal e dever dinástico. Jodie Comer interpreta uma rainha jovem, consciente de sua importância simbólica e, ao mesmo tempo, limitada pelo papel que lhe é imposto.

A produção mantém o tom político da série anterior, mas investe mais no desgaste psicológico de viver sob suspeita permanente, oferecendo um retrato interessante da mulher que, historicamente, serviria de ponte entre dois mundos em guerra, além de continuar a história de Elizabeth Woodville e Margaret Beaufort.

Isabel

Produção espanhola de grande repercussão, Isabel acompanha a trajetória de Isabel I de Castela desde a juventude até a consolidação de seu poder e a formação do que viria a ser a Espanha unificada. A série percorre disputas sucessórias, o casamento estratégico com Fernando de Aragão, a guerra contra Granada e os primeiros passos da expansão ultramarina, sempre ancorando os grandes acontecimentos na perspectiva pessoal da rainha.

Michelle Jenner interpreta Isabel com firmeza e pragmatismo, enfatizando sua habilidade política em um contexto dominado por alianças frágeis e pressões internas. A produção dedica atenção significativa às negociações diplomáticas e aos conflitos religiosos, incluindo o papel da Inquisição e a complexa relação entre fé e governo. Ao evitar simplificações excessivas, Isabel constrói um retrato relativamente equilibrado de uma das monarcas mais decisivas do final da Idade Média europeia.

Medici

Os Médici percorre diferentes gerações da família florentina que redefiniu o equilíbrio entre finanças, arte e poder na Itália renascentista, frequentemente destacando o papel das mulheres em um contexto dominado por estratégias econômicas e alianças matrimoniais.

Personagens como as de facto primeiras damas de Florença Contessina de’ Bardi, Lucrezia Tuornabuoni e Clarice Orsini são retratadas como mediadoras essenciais entre interesses familiares e estabilidade política, atuando nos bastidores de decisões que moldaram a história de Florença, enquanto outras mulheres poderosas – como Catarina Sforza, futura senhora de Forlí – também fazem aparições.

A série combina drama familiar com disputas republicanas e patronato artístico, situando as protagonistas em um ambiente onde reputação e linhagem eram capitais tão valiosos quanto riqueza material. Ainda que dramatize conflitos e simplifique alguns processos históricos, a produção oferece um panorama acessível de como o poder renascentista se estruturava, e de como as mulheres da elite participavam, de forma nem sempre visível, dessa engrenagem.

O Século Magnífico

Produção turca de enorme sucesso internacional, O Século Magnífico acompanha o reinado do sultão Suleiman, o Magnífico, mas reserva papel central a Hürrem Sultan, a consorte que ascende de escrava ao posto de uma das mulheres mais influentes do Império Otomano.

A série combina intrigas palacianas, disputas sucessórias e expansões militares, construindo um universo de rivalidades internas no harém e no conselho imperial. Hürrem é retratada como estrategista habilidosa, capaz de manipular alianças e proteger seus filhos em um sistema político onde maternidade e poder estavam profundamente entrelaçados. Visualmente exuberante, com figurinos detalhados e cenários grandiosos, a produção aposta em dramatização intensa e ritmo de novela histórica, ao mesmo tempo em que apresenta ao público global uma narrativa centrada em uma figura feminina cuja influência foi decisiva na corte otomana do século XVI.

Os Bórgia

Ambientada na Roma renascentista, Os Bórgia acompanha a ascensão da família de Rodrigo Bórgia ao papado, mas encontra em Lucrécia Bórgia uma de suas figuras mais interessantes. Frequentemente reduzida a estereótipo de femme fatale na tradição histórica popular, Lucrécia é representada aqui como personagem em transformação, moldada por alianças matrimoniais estratégicas e pela política implacável do Vaticano.

A produção investe em intriga e conspiração, explorando a intersecção entre religião e poder temporal em um momento de fragmentação italiana. Embora carregada de dramatização e sensualidade exagerada, a narrativa permite observar como mulheres em famílias papais – como Lucrezia, Giulia Farnese, Vanozza dei Cattanei e outras tantas – e principescas – como Catarina Sforza, a histórica Tigresa de Forlí e uma das principais antagonistas da série – eram simultaneamente instrumentos diplomáticos e agentes com margem limitada de ação própria. A Roma retratada é instável, e a sobrevivência depende de habilidade política constante.

A Princesa Espanhola

Encerrando a chamada “trilogia das rainhas brancas”, The Spanish Princess desloca o foco para Catarina de Aragão, filha dos Reis Católicos da Espanha e primeira esposa de Henrique VIII. A série acompanha sua chegada à Inglaterra ainda adolescente, o breve casamento com o príncipe Arthur e, posteriormente, sua controversa união com Henrique. Charlotte Hope constrói uma Catarina firme, educada para governar e profundamente consciente de sua linhagem, enfatizando o contraste entre a formação política espanhola e as dinâmicas da corte inglesa.

A narrativa insiste na ideia de que Catarina foi mais do que a esposa descartada que a história popular costuma recordar, destacando seu papel diplomático, sua regência temporária e sua resistência diante da anulação do casamento. Embora também tome liberdades dramáticas, a série contribui para ampliar o entendimento de uma figura central no início do turbulento século XVI inglês, reposicionando-a como protagonista de sua própria trajetória.

Outras rainhas também fazem aparições: Isabel de Castela, mãe da protagonista; Joana, A Louca, irmã de Catarina; Elizabeth de York, sua sogra; Margaret da Escócia e Maria da França, suas cunhadas; além de rápidos vislumbres de Ana Bolena, que viria a substituí-la, e destaque para a infância de Mary Tudor, filha de Catarina e Henrique, e a futura Rainha Maria Sangrenta da Inglaterra.

Os Tudors

Os Tudors dramatiza o reinado de Henrique VIII com foco especial em seus casamentos e nas consequências políticas de suas escolhas pessoais, mas também dedica atenção significativa às mulheres que moldaram esse período turbulento da história inglesa. As rainhas Catarina de Aragão, Ana Bolena, Jane Seymour, Ana de Cleves, Catarina Howard e Catarina Parr encontram aqui algumas de suas representações mais famosas, e são postas como participantes ativas de um jogo de poder que envolvia religião, diplomacia e sucessão.

Embora a série tome liberdades consideráveis com cronologia e caracterização, constrói um retrato vívido da corte Tudor como espaço de ambição constante e vigilância permanente. Ao enfatizar as perspectivas femininas em meio ao protagonismo ostensivo do rei, a produção ajuda a evidenciar como as decisões dinásticas do período dependiam, em larga medida, da posição – e da sobrevivência – dessas mulheres. Além disso, dá vislumbres da vida das futuras rainhas Maria Tudor e Elizabeth II, e mesmo da irmã de Henrique VII, a rainha Maria Tudor da França.

Becoming Elizabeth

Becoming Elizabeth se concentra nos anos formativos de Elizabeth Tudor, filha de Henrique Tudor e Ana Bolena, antes de sua ascensão ao trono, explorando um período frequentemente comprimido em prólogos apressados de outras produções. A série acompanha a jovem princesa após a morte de Henrique VIII, navegando um ambiente político volátil dominado por figuras como Edward Seymour e Thomas Seymour, enquanto aprende, muitas vezes de maneira dolorosa, as regras de sobrevivência da corte.

Alicia von Rittberg é uma jovem Elizabeth observadora, intelectualmente ágil, aprendendo a abandonar a impulsividade em função do calculismo. Ao invés de apresentar a futura rainha como estrategista plenamente formada, a narrativa investe na construção gradual dessa persona, destacando vulnerabilidades, manipulações e episódios ambíguos que moldaram sua compreensão do poder. O resultado é um estudo interessante sobre formação política feminina em um ambiente que oferecia pouquíssimo espaço para erro.

Extremamente esteticamente acurada, a série chega a reproduzir com perfeição roupas reais usadas pela rainha. Além disso, outras três rainhas inglesas tem papéis proeminentes nessa produção: a rainha viúva Catherine Parr, última esposa de Henrique VII e madrasta de Elizabeth; a futura rainha Mary Tudor, interpretada brilhantemente pela excelente Romola Garai; e Jane Grey, a futura Rainha dos Sete Dias.

My Lady Jane

Uma série de fantasia e história especulativa muito tenuemente inspirada na história inglesa, My Lady Jane parte da breve e trágica história de Jane Grey, rainha da Inglaterra por apenas nove dias em 1553, para construir uma releitura abertamente alternativa e fantástica do período Tudor onde Jane não foi morta, mas continua seu reinado.

A série mistura intriga sucessória com elementos de fantasia — incluindo a presença de metamorfos — e assume uma linguagem contemporânea que distancia deliberadamente o enredo do rigor histórico. Nesse contexto, Jane deixa de ser a mártir passiva frequentemente retratada nos livros escolares e passa a ocupar o centro da ação como jovem inteligente, irônica e resistente às expectativas impostas por sua família e pela política do momento. A produção utiliza o humor e o anacronismo como ferramentas para comentar estruturas de poder e controle sobre o corpo feminino, oferecendo uma versão lúdica, ainda que pouquíssimo ortodoxa, de um dos episódios mais brutais da instável sucessão inglesa.

A Rainha Serpente

Em The Serpent Queen, Catarina de Médici é retirada do papel tradicional de vilã renascentista e apresentada como uma estrangeira que precisou aprender rapidamente a jogar um jogo que não criou. Baseada nos livros de Leonie Frieda, a série adota uma estrutura em que a própria Catarina, interpretada com ironia e franqueza por Samantha Morton, narra sua trajetória à uma criada, rompendo a quarta parede em momentos estratégicos. Essa escolha confere leveza a uma história marcada por violência política, guerras religiosas e disputas dinásticas.

A produção não ignora os aspectos sombrios associados à rainha-mãe, mas os insere em um contexto de autopreservação em uma corte francesa profundamente hostil. Ao equilibrar humor seco e brutalidade histórica, a série propõe uma leitura menos simplista de uma figura frequentemente transformada em sinônimo de intriga e veneno. Cheia de humor negro e com um viés mais moderno e estilizado, a série, entretanto, é muito bem produzida.

Além disso, podemos observar detalhes das vidas de Maria Stuart, Rainha dos Escoceses; Elizabeth I, vivida aqui por Minnie Driver; Margarida de Flandres, a famosa Rainha Margot imortalizada por Dumas; e Elizabeth Valois, Rainha da Espanha.

Reign

Mais estilizada do que rigorosa, Reign acompanha Maria, Rainha da Escócia, desde sua juventude na corte francesa até o retorno à Escócia, combinando intriga dinástica com uma estética deliberadamente anacrônica. Vestidos que dialogam com a moda contemporânea, trilhas sonoras pop e uma abordagem mais próxima do drama adolescente afastam a série de qualquer pretensão de fidelidade histórica estrita; ainda assim, dentro de sua proposta, a narrativa oferece um retrato divertido e trágico de uma jovem soberana pressionada por alianças políticas, expectativas religiosas e ameaças constantes ao seu trono.

Embora totalmente diferente da verdadeira rainha, Adelaide Kane interpreta Maria com uma mistura de determinação e idealismo, enquanto a série explora os limites de sua autonomia em um mundo moldado por interesses masculinos e conflitos confessionais. Muito distante do rigor de outras produções do gênero, Reign conquistou um público significativo ao tornar acessível – ainda que de forma bastante ficcionalizada – a trajetória de uma das rainhas mais trágicas da história britânica.

Elizabeth I

A minissérie Elizabeth I, estrelada por Helen Mirren, concentra-se nos anos finais do reinado da soberana Tudor, explorando um período marcado por inseguranças políticas, desgaste físico e dilemas sucessórios. Ao invés de acompanhar a formação da rainha – tema comum em boa parte das séries biográficas sobre soberanas – a produção investiga o peso acumulado de décadas no trono, bem como sua relação ambígua com figuras como o conde de Essex e Sir Walter Raleigh.

A sempre fantástica Mirren é uma Elizabeth consciente da própria imagem pública, mas também vulnerável às pressões do tempo e da solidão institucional que acompanha o poder absoluto. A narrativa equilibra intriga política e drama íntimo, oferecendo um retrato contido de uma monarca que já se tornara símbolo nacional, mas continuava a negociar a própria autoridade em um ambiente de constante ameaça.

The Great

The Great parte da figura histórica de Catarina II da Rússia para construir algo que a própria série define como “uma história ocasionalmente verdadeira”. Criada por Tony McNamara, a produção assume desde o início sua liberdade criativa, transformando a ascensão de Catarina em uma comédia dramática irreverente, marcada por diálogos rápidos, violência estilizada e anacronismos conscientes.

Elle Fanning interpreta uma jovem idealista que chega à Rússia cheia de expectativas iluministas e rapidamente se vê presa a um casamento com o imprevisível e imaturo Pedro III. Embora pouquíssimo comprometida com fidelidade histórica, a série explora com inteligência temas como absolutismo, reforma política e o uso estratégico da imagem pública, equilibrando humor ácido e ambição política. Satírica, cheia de humor negro e com uma estética colorida, o resultado é interessante e caótico, mas consistente na proposta de retratar Catarina não como mito consolidado, e sim como projeto em construção.

Catherine the Great

Em contraste direto com a abordagem satírica de The Great, a minissérie Catherine the Great, estrelada por Helen Mirren, opta por um registro mais sóbrio e concentrado nos anos solo do reinado da imperatriz russa. A narrativa foca especialmente em sua relação com Grigory Potemkin, examinando o entrelaçamento entre vida pessoal e estratégia imperial em um momento de expansão territorial e consolidação de poder.

Uma escolha inusitada – Mirren é muito mais velha do que a verdadeira Catarina em dois-terços da série, tornando alguns eventos um pouco dissonantes -, a brilhante Helen Mirren é uma Catarina madura, plenamente consciente de sua autoridade, mas ainda sujeita às complexidades emocionais e diplomáticas que cercam o trono.

A produção investe em cenografia opulenta e figurinos detalhados, sublinhando a grandiosidade da corte russa do século XVIII, ao mesmo tempo em que destaca os desafios de governar um império vasto e instável. Sem grandes experimentalismos formais, a série funciona como retrato político de uma soberana no auge, e sob o peso de sua própria construção histórica.

A Rainha Charlotte

Derivada do universo de Bridgerton, A Rainha Charlotte retorna ao período georgiano para acompanhar a ascensão da jovem Charlotte de Mecklenburg-Strelitz ao trono britânico e a formação de seu casamento com George III. Embora mantenha o tom estilizado e a estética luxuosa da série original, que se passa em um tipo de universo paralelo de fantasia inspirado pela história inglesa, o spin-off investe mais densamente na construção emocional de sua protagonista, explorando a solidão do poder, as limitações impostas à mulher em um casamento dinástico e os desafios decorrentes da saúde mental do rei.

India Amarteifio é uma Charlotte determinada e politicamente intuitiva, enquanto Golda Rosheuvel, na linha temporal posterior, sustenta a imagem de uma soberana já endurecida pelas décadas. Ainda que opere em um registro assumidamente ficcionalizado da história britânica, com uma linha narrativa racial completamente inventada – a série, que deriva do universo de Bridgerton, onde não há qualquer tipo de preconceito racial, propõe que Charlotte era negra, um rumor histórico já amplamente provado falso – a série articula discussões sobre raça, representação e legitimidade dentro da própria lógica que Bridgerton estabeleceu, ampliando o espaço narrativo de uma figura que, na produção principal, funcionava sobretudo como presença institucional.

Marie Antoinette

Produção recente, a série Marie Antoinette revisita a vida da arquiduquesa austríaca que se tornou rainha da França sob uma lente menos caricatural do que a tradição popular costuma oferecer. A narrativa acompanha sua chegada adolescente a Versalhes, o casamento com o delfim Luís Augusto e o lento processo de adaptação a uma corte rigidamente cerimonial e politicamente volátil.

Em vez de focar apenas nos excessos e no escândalo, a produção enfatiza o isolamento, a pressão por herdeiros e o ambiente de vigilância constante que moldaram sua experiência, e a jovem rainha é retratada como figura em formação, gradualmente consciente de seu papel simbólico em um regime já fragilizado por tensões financeiras e sociais.

Com reconstituição cuidadosa de figurinos e cenários e atenção às dinâmicas internas de Versalhes, a série contribui para deslocar Maria Antonieta da posição de mito simplificado para a de personagem histórica inserida em circunstâncias que iam muito além de suas escolhas pessoais.

Victoria

Possivelmente uma das mais historicamente corretas da lista, a série Victoria acompanha a ascensão da jovem Alexandrina Vitória – que passaria para a História simplesmente como Rainha Vitória – ao trono britânico em 1837 e os primeiros anos de seu reinado, enfatizando o aprendizado político de uma monarca que herdou uma instituição em transição.

Jenna Coleman interpreta uma rainha inicialmente impulsiva, mas progressivamente mais consciente de suas responsabilidades constitucionais, e o elenco de apoio excelente conta com Tom Huges como um excelente Príncipe Albert, Rufus Sewell no papel de Lord Melbourne, Alex Jenkins como o rei Leopoldo dos Belgas, David Oaks no papel de Ernesto de Saxe Coburgo e Gotha, e Diana Rigg como uma ficcionalizada Duquesa de Bluccleau. A série detalha a relação de Vitória com familiares e primeiros ministros, com destaque para Lord Melbourne e, posteriormente, Robert Peel, John Russell e Lord Palmerston, mas seu principal foco está no casamento da Rainha com o muito influente príncipe Albert.

Ao contrário de produções centradas em grandes escândalos ou guerras, Victoria dedica atenção significativa à rotina administrativa, às tensões parlamentares e à construção da imagem pública da monarquia em plena era industrial. As duas primeiras temporadas seguem a história da vida da Rainha de maneira bastante fiel, mas a terceira deixa a desejar em termos de realidade – acrescentando dramas familiares inexistentes numa época até que bastante pacífica da vida de Vitória. A reconstituição de época é cuidadosa, com destaque para figurinos e cenografia, e a narrativa encontra equilíbrio entre vida privada e dever público, oferecendo um retrato acessível de uma soberana que redefiniria o papel da coroa no século XIX.

Sissi

A produção alemã Sissi revisita a figura de Elisabeth da Baviera, imperatriz da Áustria, afastando-se da imagem açucarada popularizada pelos filmes da década de 1950. Aqui, a jovem que se casa com Francisco José é apresentada menos como heroína romântica e mais como uma mulher deslocada em uma corte rígida, protocolar e politicamente sufocante.

A série enfatiza o choque entre o espírito inquieto de Elisabeth e a formalidade quase implacável de Viena, explorando seu desconforto com a etiqueta, os conflitos com a arquiduquesa Sofia e sua progressiva alienação dentro da própria monarquia. Visualmente caprichada e mais sombria que versões anteriores da história, Sissi tenta equilibrar romance, crise pessoal e tensões políticas do Império Austro-Húngaro, oferecendo um retrato que privilegia o desgaste psicológico da imperatriz sem abrir mão dos elementos melodramáticos que sempre acompanharam sua lenda.

A Imperatriz

Também centrada em Elisabeth da Áustria, A Imperatriz (produção da Netflix) opta por um recorte ainda mais contemporâneo na abordagem da personagem. A narrativa concentra-se nos primeiros anos do casamento com Francisco José e na dificuldade de adaptação à corte vienense, sublinhando o isolamento emocional, as disputas familiares e a pressão para gerar herdeiros.

Devrim Lingnau interpreta uma Elisabeth menos etérea e mais combativa, cuja resistência às expectativas da monarquia é apresentada como gesto político tanto quanto pessoal. A série investe em uma estética estilizada e moderna, com fotografia luminosa e figurinos elaborados – embora completamente historicamente absurdos -, mas seu interesse maior está na construção da intimidade da protagonista: o conflito entre desejo individual e função institucional.

Embora tome liberdades históricas consideráveis, contribui para reposicionar Sissi como figura complexa, presa a um sistema que dependia de sua imagem e, ao mesmo tempo, limitava sua autonomia.

The Crown

The Crown acompanha o reinado de Elizabeth II desde a juventude até as décadas mais recentes, transformando a história contemporânea britânica em drama político de largo fôlego. Criada por Peter Morgan, a série articula eventos públicos — crises ministeriais, guerras, escândalos familiares — com a vida privada da soberana e de seu entorno imediato.

Ao longo de suas temporadas, diferentes atrizes assumem o papel da rainha, enfatizando as mudanças geracionais e o peso acumulado da função. Mais do que uma biografia convencional, a produção examina o funcionamento da monarquia constitucional no século XX e XXI, destacando a tensão permanente entre dever institucional e sentimento pessoal.

Com alto investimento em produção, elenco de prestígio e reconstituição minuciosa de momentos históricos marcantes, The Crown consolidou-se como uma das principais dramatizações televisivas da realeza recente, ao mesmo tempo em que alimentou debates sobre os limites entre ficção e memória histórica. As duas primeiras temporadas ainda são imbatíveis em termos de qualidade narrativa, com o encanto da série diminuindo após a primeira troca de elenco; entretanto, ainda é uma das séries mais importantes da atualidade.

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Clarissa Desterro

Historiadora (UFAM), tradutora e escritora com foco na Primeira Guerra Mundial, e criadora das páginas @behindherglasses_ e @clarissadesterro no Instagram

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