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“Passei a acreditar em mim a partir do instante em que compreendi que minha voz tinha qualidade”, conta Ney Matogrosso em autobiografia

por Danilo Souza 25 de julho de 2025
por Danilo Souza 25 de julho de 2025 0 comentário

Apesar de não ter sido a sua principal ocupação, a experiência como ator de Teatro foi crucial para o que Ney Matogrosso faria no futuro, tanto no Secos & Molhados quanto em seu trabalho solo. “Na época, o que me atraía mais era o teatro […] o canto e a dança funcionavam como um recurso para o teatro, pois sempre entendi que ator precisa saber dançar e cantar, além de interpretar.”

Brasília, inaugurada poucos anos antes da chegada de Ney a cidade, foi o palco para os passos artísticos que mais tarde o fariam chegar ao topo da música brasileira. Isso é um pouco do que é contado no livro “Ney Matogrosso: Vira-lata de raça”, onde o artista relembra e narra suas próprias memórias. Leia mais sobre clicando aqui.

Antes de ir para a capital, Ney estava prestando serviços para a Aeronáutica, o meio que encontrou para se ver livre da convivência com o pai. Após terminar o seu período servindo, ele procurou por um tio do pai que lhe prometeu um lugar para morar, o que não aconteceu. Matogrosso narra que chegou a dormir na rua por não ter onde ficar.

“Assim que terminou meu período na Aeronáutica, aos 19 anos, fui conversar com um tio do meu pai que morava em Copacabana e havia me oferecido um lugar para morar. Acreditei na palavra dele, mas quando fui procurá-lo me disse que não poderia me ajudar. Como eu não tinha onde morar, dormi duas noites na calçada de Copacabana. Na verdade nem consegui dormir, fiquei preocupado com minha vida, muito inseguro com o que poderia acontecer.”

O artista seguiu no Rio de Janeiro e procurou por Elvira, a madrinha de sua mãe. Ele conta que, na infância, foi criado junto com os filhos da senhora, como se fosse uma única família. Com o reencontro, a mulher optou por acolher Ney em sua casa, já que morava somente com o filho mais novo.

“Decidi visitar a madrinha da minha mãe, Elvira, que na ocasião morava em Copacabana. Eu e os filhos dela fomos criados juntos na infância, numa vila em Padre Miguel, como se fôssemos da mesma família. Ao nos reencontrarmos, ela me perguntou onde eu estava morando e, sem graça, respondi que não morava em lugar nenhum […] por morar apenas com o filho caçula, Dode, na Rua Figueiredo Magalhães, Elvira resolveu me acolher em seu apartamento.”

E foram justamente os filhos da Elvira que, de forma indireta, mudaram o rumo do Ney. O mais novo deles começou a roubar carros no Rio e quando o mais velho, Demóstenes, que era médico em Brasília, descobriu, decidiu levar a família toda para a capital. Eles chegaram na cidade em 1961, quando, segundo Ney, deviam viver no máximo umas 50 mil pessoas por lá.

“Quando o outro filho da minha tia, Demóstenes Rio Branco, o mais velho, que era médico em Brasília, descobriu que o irmão estava roubando carros, tomou a decisão de nos levar para morar na recém-inaugurada capital federal […] cheguei em Brasília no ano de 1961, aos 19 anos, quando não existia absolutamente nada, deviam viver no máximo 50 mil pessoas na cidade.”

Já em Brasília, Matogrosso conseguiu um emprego no Hospital de Base e se tornou um funcionário público. Por cerca de um ano, ele trabalhou no Laboratório de Anatomia do hospital, ficando responsável pelos exames das lâminas usadas em biópsias. Alguns anos depois, solicitou uma licença sem remuneração. Quando retornou, passou a fazer parte do Departamento de Cardiologia, desenhando gráficos e mantendo uma conexão, mesmo que pequena, com a arte.

“Fiquei trabalhando no hospital de 1961 até 1966, quando pedi minha primeira licença sem remuneração para voltar ao Rio de Janeiro. Em seguida, fui convidado a trabalhar no Departamento de Cardiologia para criar gráficos cardiológicos, pois sabiam que eu gostava e tinha aptidão para desenhar.”

Ney Matogrosso, aos 23 anos, quando trabalhava no Hospital de Base, em Brasília.

Essa conexão seria reforçada ainda em Brasília. Ney narra que depois de se aproximar dos movimentos culturais e artísticos que pulsavam na capital, como o teatro e a música, ele se sentiu mais livre para se descobrir nas coisas que eram vetadas pelo pai na infância e em parte da adolescência. Para Matogrosso, a capital foi o lugar onde “perdeu a vergonha da voz”.

“Comecei a me aproximar do teatro, da música, de todas as manifestações artísticas, que eram vetadas pelo meu pai na infância. Foi em Brasília que perdi a vergonha da minha voz. Compreendi que atingir a região do contralto era uma coisa rara, não um defeito da minha voz, mas o contrário – foi quando percebi que meu canto tinha valor.”

A voz potente não passou despercebida. Quando entrou no coral, Ney foi notado pelo maestro Livino de Alcântara, que orientava os cantores.

“Impressionado com meu registro vocal, incomum para um homem, o maestro parou o ensaio para me dizer que eu tinha a voz rara, um tipo de voz que só tinham as crianças que, antigamente, eram castradas. E eu só havia aceitado participar do coral porque, no meio de dezenas de pessoas, minha voz não seria notada…”

Ali, o cantor entendeu que sua voz nunca foi um defeito, mas sim um diferencial, que seria a sua marca registrada anos depois.

“Passei a acreditar em mim a partir do instante em que compreendi que minha voz tinha qualidade – e por isso tenho imensa gratidão pelo período que passei em Brasília, pelos amigos que fiz e o que aprendi com as artes. Tive as experiências mais importantes da minha vida em Brasília, ao lado de pessoas que amava.”

Entretanto, Ney apostava suas fichas no Teatro. Em 1966, o artista foi novamente para o Rio de Janeiro para tentar fazer trabalhos como ator. Ele conta que as artes cênicas foram a base para o que seria feito em suas apresentações com o Secos & Molhados posteriormente.

“Desembarquei no Rio de Janeiro, em 1966, com a intenção de ser ator […] sempre persegui o teatro, em todas as produções eu cantava e dançava. Não tenho dúvida de que a experiência como ator de teatro me preparou para o que eu viria a fazer depois com o Secos & Molhados e com minha carreira solo.”

Mas para isso, foi necessário sair do emprego. A volta pro Rio marca a fase hippie de Matogrosso, que começou a produzir e vender artesanatos para ter uma renda. Contudo, com o espírito selvagem que sempre teve, a liberdade era o maior bem que poderia possuir na vida. Ele se sentia muito feliz.

“Eu não tinha grana nenhuma, era hippie, às vezes passava necessidades e não tinha o que comer, mas por orgulho não pedia ajuda a minha família. Não tinha dinheiro, mas era muito feliz com meus artesanatos. Felicíssimo. Uma pessoa livre e feliz, sem preocupação, andava apenas com a roupa do corpo. Todos os meus sonhos cabiam dentro de uma bolsa de couro costurada por mim.”

A mudança de vida demorou, mas chegou. Foi bem nessa fase hippie que Ney foi apresentado aos músicos João Ricardo e Gerson Conrad, que seriam seus companheiros no Secos & Molhados, um dos maiores fenômenos da música brasileira nos anos 70. O encontro se deu através de Luhli, uma amiga em comum, também artista, que sabia que João estava procurando um cantor de timbre agudo para a banda e, então, indicou Matogrosso.

“O João Ricardo disse para Luhli que estava precisando de um cantor de timbre agudo. Ela me indicou, e ele veio ao Rio de Janeiro para me fazer o convite pessoalmente. Felizmente eu já estava seguro o suficiente para saber o que queria fazer com meu corpo, minha voz e minha arte.”

O conflito causado por conta das diferenças de personalidade dos três era motivo de discussão. Para Gerson e João, Ney “passava dos limites”. Já Matogrosso, que nunca abaixava a cabeça, bateu o pé e conseguiu a liberdade para se manifestar como quisesse.

“Estabeleceram um quadrado onde eu poderia me manifestar livremente. Sob essas condições, fiz um trato com o grupo: dentro daquele quadrado faria o que me desse na telha […] liberei tudo que havia aprendido nos últimos anos com o teatro: cantava e dançava com a máxima liberdade possível. Permiti que vários personagens que eu criava se manifestassem com vigor, cada um num momento.”

O álbum de estreia, lançado em 1973, foi um estrondo. O Secos & Molhados estava nas rádios, na TV e em qualquer lugar capaz de tocar música, realizando performances históricas em meio a ditadura. Ney diz que sempre se viu como um personagem livre em todos os sentidos no palco.

“Eu sempre me entendi no palco como um personagem, liberando uma parte do meu inconsciente e do coletivo. Era uma liberdade impressionante, libertadora em todos os sentidos […] foi dessa forma que acessei uma coragem e uma liberdade que eu não supunha para que existisse dentro de mim. Foi uma libertação catártica minha estreia no Secos & Molhados.”

Tão rápido quanto a chegada ao auge foi o fim da formação clássica do Secos & Molhados, que gravou somente mais um álbum com Ney. O “excesso de liberdade” apontado por Gerson e João – que também diziam que “tinham medo de ser vistos como homossexuais” por estarem ao lado de Matogrosso no palco – deixou de ser um problema quando o sucesso chegou.

Junto com o sucesso, veio o dinheiro. Com o dinheiro, vieram as brigas. E com as brigas, o fim. Mas isso é história para o próximo capítulo do livro “Ney Matogrosso: Vira-lata de raça”.

Leia mais: Por que assistir “Homem com H”: filme inspirado na vida de Ney Matogrosso?

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Danilo Souza

Estudante de Jornalismo pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), repórter, redator, editor de áudio e apaixonado por música desde quando se conhece por gente – ou talvez até antes disso.

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