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Os 10 melhores poemas de Stéphane Mallarmé

por Luiz Antonio Ribeiro 18 de março de 2022
por Luiz Antonio Ribeiro 18 de março de 2022 0 comentário

Você quer conhecer os melhores poemas de Mallarmé? Mallarmé nasceu em Paris em 1842. O poeta simbolista foi professor de inglês durante cerca de 30 anos e seus primeiros poemas só apareceram na década de 1860. O livro Hérodiade (Herodíades) é de 1869. Em seguida, vem L’Après-Midi d’un Faune (A Tarde de um Fauno), de 1876, obra que inspirou o prelúdio homônimo do compositor Claude Debussy (1894) e foi ilustrada pelo pintor Édouard Manet.

Mallarmé, como boa parte dos poetas de sua época, começou a escrever sob a inescapável influência de Charles Baudelaire. Consta que ele compôs seu poema “Brisa Marinha” (“A carne é triste, sim, e eu li todos os livros”) depois de ler os versos devastadores de As Flores do Mal.

Durante os anos 1880, Mallarmé foi a figura central de um grupo de escritores, entre os quais o poeta Paul Valéry e os romancistas André Gide e Marcel Proust, com quem discutia sobre poesia e arte. O poeta escreveu vários outros livros e morreu em 1898. Embora L’Après-Midi d’un Faune seja sua obra mais conhecida, o poema experimental Un Coup de Dés (Um Lance de Dados), escrito em 1897 mas só publicado postumamente, em 1914, é a obra de Mallarmé que causou mais barulho.

O NotaTerapia separou os melhores poemas de Mallarmé. Confira aqui:

Brisa marinha (Brise marine)

A carne é triste e eu, aí! já li todos os livros.
Fugir! Fugir p’ra longe. Oiço as aves aos gritos
Ébrias na espuma ignota e sob o céu, em bando!
Nada, nem vãos jardins nos olhos se espelhando
Retém meu coração que se embebe de mar,
Oh noite! nem a luz da candeia a alumiar
O deserto papel que a brancura defende;
Nem mesmo jovem mãe que seu filho amamente.
Hei-de partir! Vapor em marítimas crises,
Iça o ferro e faz rumo a exóticos países.

Um tédio triste, em cruel e inútil esperar,
Crê no supremo adeus dos lenços a acenar.
Que os mastros, porventura, atraindo presságios,
São os mesmos que um vento inclina nos naufrágios.
Soltos no mar, no mar, sem ilhas nem esteiros.
Mas ouve, coração, cantar os marinheiros.

Tradução de Herculano de Carvalho

A tarde de um fauno

Quero perpetuar essas ninfas.
                                                 Tão claro
Seu ligeiro encarnado a voltear no ar
Espesso de mormaço e sonos.
                                                 Sonhei ou…?

Borra de muita noite, a dúvida se acaba
Em mil ramos sutis a imitar a mata,
Prova infeliz de que eu sozinho me ofertava
À guisa de triunfo a ausência ideal das rosas.

Reflitamos…
                 E se essas moças, minhas glosas,
Não passarem de sonho e senso fabulosos?
Fauno, dos olhos da mais casta, azuis e frios,
Flui a ilusão com uma fonte em prantos, rios:
Mas, em contraste, o hálito da outra, arfante,
Não é o sopro de um dia quente nos teus pelos?
Mas, não! No pasmo exausto e imóvel, a manhã
Se debate em calor para manter-se fresca
E água não canta que da avena eu não derrame
No bosque irrigado de acordes – e o só sopro
Que flui da flauta dupla prestes a exalar-se
Pronto a extinguir-se antes que se disperse em chuva
Estéril, é somente o sopro no horizonte
Sem uma ruga a perturbá-lo, da visível
E calma inspiração artificial do céu.

Ó orla siciliana das baixadas calmas,
Que êmula de sóis, minha vaidade pilha,
Sob centelhas de flores, taciturno, CONTE
“Que aqui com arte e engenho vinha eu domar
Caules ocos no glauco ouro azul de longínquos
Verdes, às fontes dedicando seus vinhedos,
E ondulava um brancor animal em repouso:
E que ao prelúdio lento em que nascem as flautas,
Este vôo de cisnes, ou náiades! foge
Ou mergulha…
                    Arde a tarde inerte na hora fulva
Sem traço da arte vária pela qual fugiu
Tanta núpcia ansiada por quem busca o la:
Despertarei então à devoção primeira,
De pé e só sob uma luz que flui de outrora,
Lírio! e um de vós todos pela ingenuidade.

Mais que esse doce nada, arrulho de seus lábios
O beijo que, bem baixo, é perfídia segura,
Atesta uma mordida este meu seio virgem,
Misteriosa marca de algum dente augusto;
Mas, chega! que esse arcano elege por amigo
O junco vasto e gêmeo sob o céu tocado:
Ei-lo que chama a si a turbação da face
E num extenso solo sonha que entretemos
A beleza ao redor, mediante confusões
Falsas entre ela própria e o nosso canto crédulo –
E tanto quanto alcance um módulo amoroso
Faz que se esvaia a ilusão banal de dorso
Ou de lado, seguidos pelo olhar sem ver,
Uma linha monótona, sonora e vã.

Volta, pois, instrumento de fugas, maligna
Flauta, a reflorescer nos lagos onde me ouves:
Do meu tropel cioso, irei falar de deusas
Por muito tempo – e em muita pintura profana
À sua sombra hei ainda hei de enlaçar cinturas;
E quando a luz das uvas tenha eu sorvido
Banindo um dissabor por fingimento oculto,
Gozador, ao verão do céu oferto os bagos
E soprando nas peles translúcidas, ávido
E ébrio, fico olhando através até a noite.

Reavivemos, ninfas, LEMBRANÇAS diversas.
“Pelos juncos, o olhar violava as colinas
Imortais, que afogam na onda a queimadura,
Soltando gritos de ira contra o céu da mata;
E o banho esplendoroso dos cabelos some
Em calafrios e claridades, pedrarias!
Precipito-me – e eis a meus pés, enroscadas
Langorosas haurindo esse mal de ser dois,
Duas carnes dormindo entre os braços do acaso:
Sem desfazer o enlace, arrebato-as e alcanço
Rumo a esse alcatife, odiado pela frívola
Sombra, de rosas desperfumando-se ao sol,
Para esse embate igual ao dia que se consome.
Ó cólera das virgens, eu te adoro, gozo
Feroz do fardo nu e sagrado que se esquiva,
Fugindo à boca em água ardente, quando um raio
Faz tremer! o temor mais secreto da carne:
Dos pés da desumana ao peito da mais tímida
Que a pureza abandona, orvalhada ora por
Lágrimas tristes ou não tão tristes vapores.
Meu crime foi o de ter, contente de vencer
Temores infiéis, partido ao meio a moita
De beijos, pelos deuses tão bem guarnecida;
Sob as pregas felizes de uma só (guardando
Com simples dedo, a fim que o seu candor de pena
Se maculasse na emoção de sua irmã –
Aquela que é pequena, ingênua e não se peja:)
Que de meus braços moles por delíquios vagos
Liberta-se essa presa para sempre ingrata,
Sem pena do soluço ainda em mim cativo.

Azar! Hão de arrastar-me outras ao prazer,
As tranças emaranhando aos chifres desta fronte:
Tu sabes, vida minha: púrpura e madura
Toda romã estala em zumbidos de abelhas;
E o nosso sangue, amante de quem vai sugá-lo,
Escorre pelo eterno enxame do desejo.
Na hora em que se banha o bosque em cinza e ouro,
Uma festa se exalta na ramada extinta:
Etna! É em meio a ti, visitado por Vênus,
Pousando em tua lava o calcanhar ingênuo
Se troa um sono triste ou desfalece a flama.
Minha, a rainha!
                        Ó, punição…
                                            Não, mas a alma

Vazia de palavras e este corpo espesso
Tarde sucumbem ao silêncio meridiano:
Sem mais, dormir no esquecimento da blasfêmia,
Na areia ressupino e sedento – e sequioso
Oferecer a boca ao astro audaz dos vinhos!

Ninfas, adeus: vou ver a sombra que vos tornais.

Tradução: Décio Pignatari

Folha de álbum

De repente e como por jogo
Mademoiselle que declaras
Querer despertar um pouco
O som de minhas flautas raras
Este ensaio que já começa
A uma paisagem anteposto
Só se resolve quando cessa
para te olhar em pleno rosto
Sim o vão sopro que sofreio
Até o último limite
Em meus dedos dormidos sei-o
Escasso para que ele imite
Tão claro e natural a soar
Teu riso em flor que abraça o ar.

Brinde

            Tradução de Augusto de Campos

Nada, esta espuma, virgem verso
A não designar mais que a copa;
Ao longe se afoga uma tropa
De sereias vária ao inverso.

Navegamos, ó meus fraternos
Amigos, eu já sobre a popa
Vós a proa em pompa que topa
A onda de raios e de invernos;

Uma embriaguez me faz arauto
Sem medo ao jogo do mar alto,
Para erguer, de pé, este brinde

Solitude, recife, estrela

A não importa o que há no fim de

Um branco afã de nossa vela.

Veja também: Os 10 melhores poemas de William Shakespeare

Stéphane Mallarmé
Mallarmé em todo seu charme e elegância

Um Lance de Dados

JAMAIS

MESMO ATIRADO EM CIRCUNSTÂNCIAS ETERNAS

DO FUNDO DUM NAUFRÁGIO
PORQUE            o Abismo
Branco            se expõe                        furioso
                                   sob uma inclinação                                               desesperadamente  plana                                                                                  d’ asa                                                                                                                                                                               a sua
recaída prévia dum mal de se erguer no voo                                    cobrindo os impulsos                                               cortando rente os ímpetos
            no âmago se resume
a sombra que se afunda nas profundas nessa alternativa vela
                        para adaptar                                   a tal envergadura                           as suas horríveis profundas como o arcaboiço
                        duma construção                 que balança dum lado                                               para o outro


            O MESTRE
emerge            inferindo
                                                                                              dessa conflagração
                                                                                                                      que se
                                                                                 como uma ameaça
o único Número que não pode

hesitacadáver descartadoem lugar            de jogar                        como um velho maníaco                                               a partida                                   em nome das marés
um

naufrágio assimlivre dos antigos cálculos       esquecido o manobrar com a idade
                                   outrora ele empunhava o leme
a seus pés            num horizonte unânimeprepara            se agita e se envolve                        no punho que o ligaráao destino dos ventos
            ser um outro
                        Espírito                                   para o Lançar                                                           na tempestade                                               e redobrar a divisão e passar altivo
pelo braço do segredo que encerra

invadiu o comandantecorrendo pela barba submersa
vindo do homem
            sem nau                        insignificante                                               onde será vão
ancestralmente abrir ou não a mão                                               crispada                                   além duma cabeça inútil
            legada em desaparição                                                          a alguém ambíguo
                                           imemorial ulterior demónio
nos seus lugares do nada
                                   induzo ancião a essa conjunção suprema com a probabilidade
                                    o tal                                          da sombra puerilacariciada e polida aparada e lavada                                   amaciada pela onda e afastada                                     dos ossos duros perdidos em bocejos
                                               nascido                                                           dum descuidojogando o mar por antepassado ou o antepassado contra                                    o mar                        numa sorte ociosa
São núpcias
da qual a ilusão é uma vela solta obcecadacom o fantasma dum gesto
            que oscila até cair                                                          na loucura

NÃO ABOLIRÁ

TAL COMO

Uma insinuação
ao silêncio

em algo próximo
esvoaça
simples
envolta em ironia                        ou                                   precipitado                                                           uivado                                                                       mistério
dum turbilhão hilariante e horrível
em redor do abismo                                   sem nele se fixar                                                           nem fugir                                  a embalar todo o indício virgem                                                                                            TAL COMO

perdida solitária pena

                                                                                  Salvoquando o encontro ou o aflorar do toqueda meia-noite a deixa                        imóvel                        no veludo amarrotado por um riso sombrio
                       essa brancura rígida
irrisória                                   que se opõe ao céu            demasiado                                   para que não deixe marcas                                                                       exíguas                                                                                  em qualquer                                   amargo príncipe de escolhos
                                   e que disso se enfeita como de irresistível                                                           heroísmo que sabe contido                                               pela sua curta e viril razão                                                                                              em cólera

inquieto            expiatório e púbere                                                           calado

            A lúcida e senhorial cristana fonte invisível                                                                                              cintilae depois sombreiauma estatura gentil e tenebrosana sua torção de sereia
através de impacientes escamas

                                   Riso                                               que                                                                                                         Se

de vertigem

de pé                       o tempo                        de esbofetearbifurcadas
                        numa rocha
            falsa mansão
                                   evaporada na bruma
                        que impôs                                   fronteiras ao infinito

ERAde origem estelar

Ou SERIA            pior                        nem mais                                   nem menos                                                    indiferentemente                                                                       mas tanto
                                                         
                                                                                  O NÚMERO
                                                           SE EXISTISSEdiverso da alucinação esparsa da agonia
                                    COMECASSE OU FINDASSEensucedor e não negado e preso quando aparecesse                                   enfim                        através duma profusão ampliada e rara                                                                       SE CONTASSE
Como evidência da soma pouca uma                                                                       SE ILUMINASSE
                                                           O ACASO
Cai        a pena            rítmica suspensa do sinistro                                                          para se afundar                                   na espuma original            recente onde explode o delírio até ao cimo                                               desvanecido                                   pela neutralidade idêntica do abismo

NADA

                           da memorável crise em que teve lugaro acontecimentohavido em vista de qualquerresultado nulo                        humano
                                               TERÁ TIDO LUGAR                        uma simples ascensão na direcção                        da ausência
SENÃO O LUGAR   inferior marulhar comopara dispersar um acto vazio            abruptamente            e          através da mentira                         decidir               a sua perdição
nestas paragens                        do vago
                                               em que toda a realidade se dissolve
EXCEPTO                        a altitude                                               TALVEZ                                                                       tão longe como                                                                                              o lugar
que com o além se funde                                   longe do interesse                                   que em geral se lhe assinalasegundo esta obliquidade ou aqueladelectividade                        de fogos
            para esse lugar que deve ser                        o Setentrião também chamado Norte
                                               UMA CONSTELAÇÃO
                        arrefece no olvido e no desuso                                                           mesmo que ela enumere                                   em qualquer vaga e superior superfície                                                           o choque sideral e sucessivo                                   do cálculo total em formação
velando            duvidando                                   brilhando e meditando
                                                           antes de se deter                                   em qualquer ponto derradeiro que o sagra
                                   Todo o Pensamento produz um Lance de Dados

_______________________
*POEMA PUBLICADO NA VERSÃO PORTUGUESA EM «A TARDE DUM FAUNO» E «UM LANCE DE DADOS» PELA EDITORA RELÓGIO D’ÁGUA

Cansado do ócio amargo…


Cansado do ócio amargo onde meu tédio humilha
A gloria que me fez perder outrora a trilha
De uma infância de bosques e de rosas, puro.
Azul matico e, ainda mais, do pacto duro.
De cavar toda noite uma fossa imponente
No território avaro e hostil da minha mente,
Coebeiro impiedoso da esterilidade,
– Quer dizer a esta Aurora, ó Sonho, infinidade
De rosas, se, temor de suas rosas frias,
O vasto cemitério une as valas vazias? –

Quero deixar a Arte voraz deste país
Cruel, e sem ouvir as críticas senis
Dos meus amigos, do passado, da poesia,
Da lâmpada que sabe da minha agonia,
Imitar o chinês de alma límpida e fina
Cujo êxtase puro é pintar a ruína
Sobre taças de neve à lua subtraída
De uma bizarra flor que lhe perfuma a vida
Fluida, a flor que ele sentia ainda criança,
E à filigrana azul do espirito se entrança.
E como a morte, único sonho do saber,
Sereno, uma paisagem cálida escolher,
Que eu pintarei, indiferente, sobre a taça.
Uma linha de azul fina e pálida traça
Um lago, sob o céu de porcelana rara,
Um crescente caído atrás da nuvem clara
Molha no vidro de água um dos cornos aduncos
Junto a três grandes cílios de esmeralda, juncos.

1864

Triunfalmente a fugir…


Triunfalmente a fugir o belo suicida,
Tição de glória, espuma em sangue, ouro, tormenta!
Oh! riso se me chama a púrpura perdida
Ao cortejo real da tumba que me tenta.

Não! de todo o fulgor nem mesmo se sustenta
Um brilho, é meia-noite e a sombra nos convida,
Salvo o tesouro audaz que uma cabeça ostenta
No mimado torpor sem lume em que é servida.

A tua, sempre, sim, delícia que me vem,
A única que do céu extinto ainda retém
No meu pentear, pueril, um pouco da triunfante

Luz, quando a pousas, só, entre as dobras sedosas,
Capacete imortal de imperatriz infante
De onde, para espelhar-te, choveriam rosas.

Angústia

Não vim domar teu corpo esta noite, ó cadela
Que encerras os pecados de um povo, ou cavar
Em teus cabelos torpes a triste procela
No incurável fastio em meu beijo a vazar:

Busco em teu leito o sono atroz sem devaneios
Pairando sob ignotas telas do remorso,
E que possas gozar após negros enleios,
Tu que acima do nada sabes mais que os mortos:

Pois o Vício, a roer minha nata nobreza,
Tal como a ti marcou-me de esterilidade,
Mas enquanto teu seio de pedra é cidade.

De um coração que crime algum fere com presas,
Pálido, fujo, nulo, envolto em meu sudário,
Com medo de morrer pois durmo solitário.

O Acaso

Cai
a pluma
rítmico suspense do sinistro
nas espumas primordiais
de onde há pouco sobressaltara seu delírio a um cimo fenescido
pela neutralidade idêntica do abismo

Fonte:
https://viciodapoesia.com/2012/07/27/stephane-mallarme-1842-1898-brisa-marinha/
https://escamandro.wordpress.com/2014/04/29/a-tarde-de-um-fauno/
http://www.elfikurten.com.br/2014/08/stephane-mallarme.html
https://www.revistapunkto.com/2011/01/re-reading-um-lance-de-dados-mallarme_8423.html
https://www.poemhunter.com/st-phane-mallarm-2/poems/
https://www.escritas.org/pt/stephane-mallarme

mallarmepoemaspoesia
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Luiz Antonio Ribeiro

Luiz é doutor e mestre em Memória Social nas áreas de poesia e literatura brasileira e bacharel em Teoria do Teatro pela Unirio - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Em geral, se arrepende do que escreve. Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100064740683688 Instagram: http://www.instagram.com/ziul.ribeiro

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