Você sabe quais são os livros que Simone Tebet lê e recomenda? Advogada, professora universitária e leitora assídua, Simone Tebet entrou aos 16 anos na Faculdade de Direito da UFRJ e, depois de concluir sua formação, lecionou Direito por 12 anos.
A relação de Simone com a educação também tem raízes familiares. Ela é filha de Fairte Nassar Tebet, formada em Letras e descrita como amante da educação e da cultura.
A própria Simone já falou publicamente sobre a importância dos livros. Em 2022, durante a campanha presidencial, revelou à CNN algumas de suas leituras: estava lendo “Cuidar Uns dos Outros: Um Novo Contrato Social”, de Minouche Shafik, e “Luiza Helena, Mulher do Brasil”, de Pedro Bial. Também contou ter lido recentemente “Pequeno Manual Antirracista”, de Djamila Ribeiro.
Ela também declarou ser fã dos poetas Manoel de Barros, Fernando Pessoa e Mário Quintana.
Além de leitora, Simone é autora de obras como “Vida e Morte Feminina” e “O Voo das Borboletas”.
E, claro, o Jornal Nota separou algumas dessas indicações para você. Confira:
“Pequeno Manual Antirracista”, de Djamila Ribeiro
Neste pequeno manual, a filósofa e ativista Djamila Ribeiro trata de temas como atualidade do racismo, negritude, branquitude, violência racial, cultura, desejos e afetos. Em onze capítulos curtos e contundentes, a autora apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar sua percepção sobre discriminações racistas estruturais e assumir a responsabilidade pela transformação do estado das coisas.


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Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago

O Ensaio sobre a cegueira é a fantasia de um autor que nos faz lembrar “”a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam””. José Saramago nos dá, aqui, uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio, impondo-se à companhia dos maiores visionários modernos, como Franz Kafka e Elias Canetti.Cada leitor viverá uma experiência imaginativa única. Num ponto onde se cruzam literatura e sabedoria, José Saramago nos obriga a parar, fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu: “”uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos””.
Leia também: Marina Silva indica 6 livros que todo mundo deveria conhecer (e ler)!

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“Como as Democracias Morrem”, Steven Levitsky
Democracias tradicionais entram em colapso? Essa é a questão que Steven Levitsky e Daniel Ziblatt – dois conceituados professores de Harvard – respondem ao discutir o modo como a eleição de Donald Trump se tornou possível.
Para isso comparam o caso de Trump com exemplos históricos de rompimento da democracia nos últimos cem anos: da ascensão de Hitler e Mussolini nos anos 1930 à atual onda populista de extrema-direita na Europa, passando pelas ditaduras militares da América Latina dos anos 1970.
E alertam: a democracia atualmente não termina com uma ruptura violenta nos moldes de uma revolução ou de um golpe militar; agora, a escalada do autoritarismo se dá com o enfraquecimento lento e constante de instituições críticas – como o judiciário e a imprensa – e a erosão gradual de normas políticas de longa data.

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Meus oito anos, Casimiro de Abreu
“Meus oito anos” é um famoso poema ultrarromântico de Casimiro de Abreu, publicado em 1859 no livro As Primaveras, que retrata a profunda nostalgia e a saudade da infância livre, feliz e inocente.

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Faz Escuro Mas Eu Canto: Porque a Manhã Vai Chegar (1965), Thiago de Mello
Faz escuro mas eu canto, livro de poemas de Thiago de Mello publicado em 1965, é sempre lembrado por seu autor como seu livro mais querido. Quem conhece Thiago ou já teve a oportunidade vê-lo falar, percebe logo de pronto como sua postura generosa no que diz respeito a tudo que a vida lhe proporciona marca a vivacidade das imagens e sentimentos evocados em seus poemas.


