Com o objetivo de valorizar a história e a memória, os nomes de ruas geralmente homenageiam personalidades, fatos históricos ou eventos relevantes para a cidade.
No Rio de Janeiro, também como forma de preservar e fortalecer a literatura e a cultura, a prefeitura renomeou 7 ruas localizadas em Campo Grande, na Zona Oeste. Os nomes são inspirados em obras de autores como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Cecilia Meireles e outros.
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Essa iniciativa integra a programação que celebra o título de Capital Mundial do Livro 2025 e prestigia, em especial, o universo da poesia.
Por exemplo, a antiga Rua C agora se chama “Tempo de Ipê”, em referência ao poema de Carlos Drummond de Andrade publicado no livro “Amar se aprende amando” (1985). Outras vias receberão os nomes: “Cinza das Horas“, “Três Orquídeas de Cecília” e “Pinheiros Líricos“.
Confira os novos nomes das ruas:
• Rua Repouso da Arara – referência à trova da poetisa Regina Ferreirinha de 2011 – conhecida anteriormente como Travessa B;
• Rua Violeta Del Valle – homenagem à protagonista do livro Violeta, de Isabel Allende, lançado no Brasil em 2022 – anteriormente conhecida como Rua Projetada A;
• Rua Três Orquídeas de Cecília – referência a Três Orquídeas, último poema de Cecília Meireles – antes conhecida como Rua B;
• Rua Tempo de Ipê – homenagem ao poema de Carlos Drummond de Andrade – anteriormente denominada Rua C;
• Rua Cinza das Horas – título do primeiro livro de poesia de Manuel Bandeira – antes conhecida como Rua D;
• Rua dos Pinheiros Líricos – frase da crônica Minhas Janelas, de Paulo Mendes Campos – antes denominada de Rua O;
• Rua Palavra de Jacarandá – verso do poema O Poeta Japonês Descobre a Palavra Jacarandá, de Haroldo Campos – anteriormente conhecida como Rua F.

