Em “Retorno ao ventre”, a poesia serve como um ponto cardeal para atravessar a história brasileira
No livro de Jr. Bellé, a cultura indígena se confunde com sua história, em uma trama poética repleta de história, beleza e expiação.
Nascido em Patrocínio, Minas Gerais, mora em São Paulo desde 2010. Doutorando em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 2024 publicou seu primeiro livro, Folha de Rosto, pela Editora Mondru.
No livro de Jr. Bellé, a cultura indígena se confunde com sua história, em uma trama poética repleta de história, beleza e expiação.
“As Lisístratas” volta em cartaz, no início de 2025 no Teatro da Sede das Cias, na Lapa, no Centro do Rio de Janeiro.
Adaptando as falas de Hamlet, a montagem reflete a violência desses tempos plenos de segregações.
De forma leve, o espetáculo explora temas ligados à identidade, ancestralidade e o poder transformador da aceitação pessoal.
Leonardo Simões e Gabriel Batista, colaboradores do Nota, escolheram os melhores espetáculos do ano.
A produção e direção musical conseguem domar o furacão que o público vê diante de si. Não é tarefa fácil, não. E até a entrada de “Fé”, cover de IZA, mostra o quanto todo mundo ali está interessado em fazer um grande espetáculo
Inspirado nas obras de Ailton Krenak, espetáculo percorre o processo de violação dos povos originários do Brasil através das trajetórias do líder indígena e do ator Yumo Apurinã, nascido na Aldeia Mawanaty, em Rondônia.
“Alegria é a prova dos nove”, em cartaz no Sesc Pompeia, em São Paulo, até o dia 08 de dezembro, costura a poesia do escritor modernista aos acontecimentos que atravessaram a cultura do Brasil, que ainda ressoam.
Dirigido por Jay Roach, o telefilme reconstrói o pleito entre Al Gore e George Bush como se estivesse falando do futuro.
“O Julgamento de Zé Bebelo” retrata um dos momentos mais emblemáticos de “Grande Sertão: Veredas”, onde um chefe jagunço, ao ser derrotado, exige um julgamento justo, desafiando as tradições violentas do sertão.