“Medea”, encenação de Gabriel Vilela, expõe a tragédia que as mulheres vivem, independente da época
Em cartaz em São Paulo, Medea é interpretada por três atrizes diferentes e versa com a miséria brasileira de violência contra as mulheres.
Nascido em Patrocínio, Minas Gerais, mora em São Paulo desde 2010. Doutorando em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 2024 publicou seu primeiro livro, Folha de Rosto, pela Editora Mondru.
Em cartaz em São Paulo, Medea é interpretada por três atrizes diferentes e versa com a miséria brasileira de violência contra as mulheres.
Dirigida por José Fernando Peixoto de Azevedo, o espetáculo é protagonizado por Lucas Rosário, Juliane Arguello e Michel Joaquim.
No ano em que livro de Saramago completa três décadas, grupo mineiro é dirigido por Rodrigo Portella.
Com texto de Tennessee Williams, direção de Luciana Saul, o elenco é composto por Ana Clara Bencic, Manuela Paiva, Matheus Holesgrove e Sophia Lima.
Grupo fecha a programação do projeto Aumentar é Aumentar-se com Vocês Não Entenderam Nada que traz à cena o texto A Babá, de Obaldia.
Na obra, a autora tem seu rosto desfigurado por um urso pardo em um encontro inesperado na região de Kamchatka, na Sibéria.
Com dramaturgia de Silva Soter, o espetáculo está em cartaz no Sesc Pinheiros, em São Paulo.
Barbara Duvivier dirige texto de Gustavo Vilela que aborda neuroses
cotidianas.
A peça, que marcou a história da dramaturgia brasileira, volta com Agnes Brichta e o coletiva Ocutá.
Criado e dirigido por Eduardo Barato, espetáculo tem no elenco Débora Duboc, Duda Barata, Elcio Nogueira Seixas e Máximo Cutrim