J.K. Rowling foi a escritora mais vendida do ano mesmo após casos de transfobia

Uma autora incancelável? Ou os livros de Harry Potter são tão bons que fazem as pessoas relevarem a transfobia da autora?Pelo menos é o que revela um relatório exclusivo da Nielsen, empresa especializada em pesquisa de mercado. Mesmo com as dificuldades da pandemia, sua fantasia emplacou ainda mais que os livros de Augusto Cury e subiu 59% no número e vendas. O curioso é que as vendas dos livros de Augusto Cury caíram 141%. Rowling vendeu quase meio milhão de livros em 2020, ela foi a autora mais bem-sucedida do ano no Brasil. 

Segundo a pesquisa, “Harry Potter” responde por 99% das vendas da autora. Os 3.000 exemplares restantes são compostos pelo romance “Morte Súbita”, a edição de “Vidas Muito Boas”, seu discurso a formandos de Harvard, e “Ickabog” uma fábula sobre autoritarismo lançada em novembro. “O Ickabog”, uma fábula sobre autoritarismo lançada em novembro. “O Ickabog” é o único livro de Rowling que nunca entrou em listas de mais vendidos no Brasil.

Em entrevista pra Folha, o diretor da Editora Rocco afirmou que “As polêmicas não afetaram em nada a venda”. Paulo Rocco afirma que: “Uma coisa não tem a ver com a outra. ‘Harry Potter’ é lido porque é bom. Nem quem discorda da autora deixa de reconhecer isso.”

Segundo o relatório, a paixão pela saga é lucrativa. Uma das edições mais recentes dos livros, por exemplo, mesmo vendida a R$ 200, esgotou em quatro meses a tiragem prevista para um ano. Embora a Editora Rocco não divulgue seus números, o site especializado PublishNews apontou que “Harry Potter” continua em alta. Em seis meses, a caixa de livros de maior sucesso da série já vendeu quase metade do total do ano passado. É o título mais vendido da seção infantojuvenil.

Por que será que isso acontece?

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