5 livros indicados pela jornalista Ana Paula Renault

Ana Paula Renault (Ana Paula Machado Renault), nascida em 22 de novembro de 1981, em Belo Horizonte (MG), é jornalista formada pela PUC Minas, com duas pós-graduações na área. Iniciou carreira no jornalismo e ganhou projeção nacional após o BBB 16 (2016), destacando-se pela personalidade forte e opiniões diretas.

Trabalhou como repórter no extinto Vídeo Show (Globo), comandando quadros de entrevistas; foi colunista e comentarista no UOL; atuou como comentarista de realities e entretenimento em diversas plataformas.

Retornou ao BBB 26 como veterana. Aos 44 anos, mantém-se ativa como apresentadora, colunista e influenciadora digital (@anapaularenault), com foco em debates e posicionamentos firmes.

O Jornal Nota separou 5 livros indicados pela Jornalista. Confira:

Comunicação Não violenta, de  Marshall B. Rosenberg

Nesta obra, best-seller no Brasil e no mundo, Marshall Rosenberg explica de maneira revolucionária os valores e princípios da comunicação não violenta, que se baseia em habilidades de linguagem e comunicação que fortalecem nossa capacidade de manter a humanidade, mesmo em condições adversas.

Compre aqui:
https://amzn.to/4str775

Mulheres que correm com os lobos,  Clarissa Pinkola Estés

Segundo a analista, a exemplo das florestas virgens e dos animais silvestres, os instintos foram devastados e os ciclos naturais femininos transformados à força em ritmos artificiais para agradar aos outros. Mas sua energia vital, segundo ela, pode ser restaurada por escavações psíquico-arqueológicas’ nas ruínas do mundo subterrâneo. Até o ponto em que, emergindo das grossas camadas de condicionamento cultural, apareça a corajosa loba que vive em cada mulher.

Compre aqui:
https://amzn.to/4aUO4ug



O povo contra a democracia, Yascha Mounk

O mundo está em crise. Da Rússia, Turquia e Egito aos Estados Unidos, populistas autoritários tomaram o poder. Os cidadãos estão perdendo a confiança em seu sistema político. Como resultado, a própria democracia corre perigo. De um lado, o toma lá, dá cá se tornou moeda de troca política e excluiu a população das tomadas de decisões fundamentais, criando um sistema de “direitos sem democracia”. De outro, governantes antiestablishment defendem restituir o poder ao povo e lutar contra todo e qualquer obstáculo institucional, mesmo que isso signifique criar, na prática, uma “democracia sem direitos”. Em O povo contra a democracia, Yascha Mounk faz uma análise precisa sobre esse cenário comum a diversas nações― e analisa o caso brasileiro.

Compre aqui:
https://amzn.to/4sOhksP


Calibre 22, de Rubem Fonseca

Em “Calibre .22”, Rubem Fonseca traz de volta um personagem marcante de sua trajetória literária, o detetive Mandrake, contratado para desvendar quem está por trás de uma série de assassinatos envolvendo o editor de uma famosa revista feminina. Além dessa, a coletânea reúne outras narrativas mais curtas, em que temas caros ao autor voltam à cena, entre eles a desigualdade social e suas consequências muitas vezes trágicas; a violência motivada por racismo, misoginia, homofobia e outros preconceitos; a crítica velada ou escancarada a dogmas religiosos; as atitudes imprevisíveis de mentes psicopatas. Tiros certeiros de um autor do mais alto calibre.

Compre aqui:
https://amzn.to/4sxzM8Q


Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus

Do diário de Carolina Maria de Jesus surgiu este autêntico exemplo de literatura-verdade.
Em meio a um ambiente de extrema pobreza e desigualdade de classe, de gênero e de raça, nos deparamos com o duro dia a dia de quem não tem amanhã, mas que ainda sim resiste diante da miséria, da violência e da fome. E percebemos com tristeza que, mesmo tendo sido escrito na década de 1950, este livro jamais perdeu sua atualidade.

Compre aqui;
https://amzn.to/4b6PcJZ




Related posts

10 Filmes estrelados por Wagner Moura adaptados da literatura

10 poemas para conhecer Orides Fontela

10 filmes indicados ao Oscar 2026 inspirados em livros