Roger Machado, técnico do Fluminense, financia publicação de livros de autores negros e indígenas!

Esta é uma notícia que vimos no incrível portal que todo mundo deveria conhecer, o Observatório da Discriminação Racial no Futebol: o técnico Roger Machado, atualmente no Fluminense, é um grande incentivador de uma série de iniciativas que visem diminuir a desigualdade social e, principalmente, racial em nosso país.

Dessa vez, ele está com apoios a projetos destinados a dar visibilidade a autores negros e indígenas. Desde o ano passado, 12 livros do selo Diálogos da Diáspora já foram foram publicados com apoio do projeto social Canela Preta, liderado por Roger, que “dá voz a quem não teve chance”, como revela o portal.

Imagem: Revista Cenarium

Quando perguntado do porquê do apoio, ele afirmou:

— O mercado não abre espaço para autores negros consagrados, imagina para jovens. Pensamos em um projeto em que os livros fossem distribuídos e atingissem o público a custo baixo. Os materiais recebidos passam por um grupo de pesquisa composto por 13 professores de todo o Brasil, são avaliados e publicados. Os principais temas foram racismo, cultura e poesia— conta Roger

O observatório conta que no primeiro edital publicado, o grupo recebeu 250 trabalhos. A segunda coleção está aberta e receberá obras até 5 de outubro. Roger prefere não falar sobre valores investidos e foca no “impacto muito maior que o dinheiro”:

— Para os livros serem baratos, foi preciso fazer parte do financiamento. A parceria com a editora também foi importante porque ela abriu mão de parte dos lucros para baratear o produto. Falta boa vontade e interesse político”, afirmou

Para combatermos a desigualdade racial, curta, siga e acompanhe o Observatório para receber todas as suas matérias. Trata-se de um dos melhores portais atualmente para se entender o que de mais radical e essencial se faz da relação entre política e esportes.

Veja a matéria completa aqui!

Acesse e leia o “Relatório Anual da Discriminação Racial no Futebol” 2014201520162017 , 2018 e 2019 com os casos de preconceito e discriminação no esporte brasileiro feito observatório aqui

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